




| Concorrentes se unem por um mercado mais forte |
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* Por Cláudia Machado e Fernando Soares Em seu sétimo ano de fundação, a AEB - Associação Nacional das Empresas de Bombas - já vem colhendo os frutos conseqüentes da implantação de critérios de procedimentos padrão, controle de qualidade dos serviços oferecidos e outros benefícios perceptíveis pelo mercado
Com a finalidade de evitar o confronto descontrolado por conquista de clientes em detrimento da qualidade dos serviços e do próprio mercado, as principais empresas do ramo de manutenção de bombas da cidade de São Paulo criaram em 2003 a AEB - Associação Nacional das Empresas de Bombas. Entre as associadas, a AEB conta atualmente com empresas renomadas, tais como: Conab, Bombas Ipiranga, CBE, Conservadora Paulista de Bombas, SBG, Manbo, Semab e Embratec, com projeção de ampliação do número de associadas para os próximos anos.
“Queremos ampliar o número de associadas, desde que se enquadrem no perfil da associação” afirma o 1° Secretário da AEB e sócio-diretor da Manbo, João Patrício de Souza. Ele completa, ainda, que para participarem da associação, as empresas precisam, dentre outros requisitos, manter funcionários devidamente regulamentados de conformidade com a lei, beneficiados por seguro de vida e, principalmente, que a empresa atenda ao critério de idoneidade exigido pela AEB.
Para Helvio Gonsales, engenheiro responsável da Darka, “é importante o fortalecimento de organizações desse tipo, pois só assim podemos evitar o leilão muitas vezes existente entre consumidores, revendas e fabricantes, que só desvaloriza o produto e o serviço”. Segundo João de Souza, a AEB foi criada justamente “para diferenciar a empresa idônea do aventureiro oportunista” e comenta: “Algumas vezes éramos comparados com pessoas que nem sequer tinham empresas estabelecidas”. A AEB, quando criada, passou então a exercer a função de certificadora de qualidade da empresa associada.
Além de ampliar o número de associadas, a AEB pretende estreitar relação com clientes e fornecedores, criar um projeto de participação social expressivo, firmar regulamentação em parceria com os condomínios e administradoras em relação à critérios técnicos de conservação das casas de máquinas e preservação do sistema de bombeamento. “Se tomarmos as casas de máquinas de elevadores como exemplo, há toda uma regulamentação e os condomínios podem levar multas altíssimas por má conservação, mas infelizmente ainda não há a percepção que uma bomba instalada em um local de risco ou com sistema de instalação inadequado pode inclusive provocar incêndio em um prédio”, conclui Gonsales.
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